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Batismo de indígenas por pastores gera ira na esquerda

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Em setembro do ano passado, o pastor Isac Santos divulgou fotos de um batismo que realizou numa aldeia de índios xavantes que vivem na cidade de Água Boa, no Mato Grosso. As imagens geraram uma avalanche de protestos e ele, por pressão de movimentos de esquerda, ele acabou denunciado ao Ministério Público Federal (MPF), acusado de “genocídio cultural”.

Agora, algo muito parecido está acontecendo com o pastor Samoel Maia, da Igreja Universal. No último dia de 2017, o líder religioso realizou um batismo de indígenas do Barra do Garças, também no Mato Grosso. O caso gerou críticas nas redes de pessoas claramente identificadas com a ideologia esquerdista. A acusação é que essa “prática de doutrinação de indígenas” fere o artigo 231 da Constituição Federal.

As fotos da cerimônia foram divulgadas no Facebook do pastor, que é do Ceará. Na legenda, ele explica que 35 indígenas “se entregaram ao Senhor”. Ele não identifica por nome o pastor que aparece fazendo o batismo. A postagem foi compartilhada mais de 12.500 vezes, recebendo mais de 5 mil comentários

 Alguns internautas estão acusando o pastor de “genocídio cultural” e “escravização” dos índios. Há quem prometa que irá denunciar o líder religioso ao Ministério Público.

Um dos comentários que gerou o maior número de reações diz: “Não é essa conduta que o pai pede de nós, forçar o outro a seguir a igreja. Os índios são respeitados por Jesus por serem quem eles realmente são. Sei que fazem essas catequizações por amor, mas isso acaba destruindo os costumes e as crenças de um povo complemente conectado com Deus e com a mãe terra… Eles são os guardiões dessa terra, sabe? Matar a cultura do outro para impor a nossa é um crime. O cristianismo é respeito ao outro, é amor puro… O próprio Jesus não tinha religião alguma. Isso é coisa do homem…”.

 Um pequeno número de cristãos tentou argumentar que existe liberdade religiosa no país e lembrar que não há ninguém sem pecado, portanto todos precisam de salvação. Mas foram igualmente atacados no que parece ter sido um movimento orquestrado.

Curiosamente, muitos os usuários acusam o pastor de intolerância com a religião indígena ao mesmo tempo que demonstram desprezo pelo cristianismo. Uma mulher, que se diz “budista, mas neta de indígenas” afirma: “Sua Bíblia, hoje tira a honra de povos ancestrais”.  Entre os adjetivos para o pastor da foto estão “abominável”, “podre” e “colonizador do diabo”.

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